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terça-feira, novembro 25, 2003

A Carta 

Da Carta a Diogneto tiram-se coisas lindíssimas, essenciais. Ao lê-la sinto a minha Fé próxima da Fé daqueles que foram os primeiros cristãos. Sinto que Deus vela para que a Verdade revelada pelo Seu Filho continue à nossa mão. Sinto que Deus quer mesmo a nossa salvação. Sinto absolutamente que tenho de partihar isto com quem me lê aqui. E isso é o que vou fazer, desde já, nos dois próximos posts. Aquilo que vou publicar são trechos ligeiramente adaptados em termos de ordem, de estilo e, sobretudo, de métrica. Quem quiser lê-la na íntegra, o que recomendo vivamente, pode fazê-lo aqui e ali.
A leitura deste texto cristão primitivo, descoberto só em 1423 em Constatinopla, objecto de uma única tradução e do qual existe uma única versão, é uma oportunidade rara para conhecermos a forma como os cristãos de há 1800 anos percebiam a sua Fé. Quem o ler ficará certamente surpreendido com a semelhança que existe com a visão teológica actual, pós Vaticano II. Para mim essa semelhança é mais uma prova para que Deus, ciente das inevitáveis falhas humanas da sua Igreja e dos seus fiéis, vela sempre para que a mensagem de Cristo possa perdurar, tal qual ela é.

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