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sexta-feira, novembro 07, 2003

Troca de galhardetes 

Não quero deixar de agradecer a João Baptista as suas boas palavras. Espero que não leve a mal chamá-lo assim pois sinto em si algo do filho de Zacarias o que, tendo em conta a Igreja a que pertence, me parece muito apropriado. Você não está aqui com meias tintas. Você clama no deserto que é este mundo; você quer endireitar as veredas do caminho do Senhor. Vejo em si, com alguma inveja, as vantagens de pertencer a uma Igreja minoritária e mais difí­cil, uma Igreja cujos crentes são-no mais por convicção do que por herança, uma Igreja menos rotineira. Vivi durante anos ao pé duma Igreja Evangélica Baptista e via aos Domingos de manhã muito mais comunhão entre os fiéis, à  saí­da na missa, do que na minha Igreja Paroquial. Percebo também que você não seja ecuménico. No seu lugar, não sei se o seria. Acredito que a minha Igreja colocando, como às vezes o faz, o ecumenismo como o regresso de irmãos transviados à  Verdade Pura e Eterna da Igreja Católica, pode acabar por torná-lo impraticável. Já aqui o disse e repito: o ecumenismo deve representar o regresso de todo povo cristão à  essência profunda e verdadeira da Fé que nasceu em Cristo.

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