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quarta-feira, fevereiro 11, 2004

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Agora sim, eis-nos perante a derradeira porta. A derradeira das derradeiras. A iminência do desfecho dá-me uma estranha sensação de alívio, de antegosto da vida que haverá para mim e para os outros após tudo isto. Aconteça o que acontecer.
Se correr mal, não perdi a minha integridade. Sairei mais forte do que entrei. Não sairei zangado com Deus nem comigo nem com o mundo. Mas, definitivamente, quero que corra bem. Se tal me for permitido.
Por isso rezo, como os de Missnanga:

Meu Deus e meu Pai:
Livra-nos do medo,
livra-nos da frustração,
deixa-nos chegar ao nosso destino.

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