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terça-feira, dezembro 21, 2004

Ad Catholicam Ecclesiam 

«Ó Santa Madre Igreja, força e luz da minha vida, Eu indigno pecador que tão tarde, já ao declinar do dia, venho trabalhar para a vinha do Senhor, rogo que intercedas por mim ao mesmo Senhor Jesus Cristo que não me negue o salário da sua divina graça, a mim pobre trabalhador ocioso da última hora, a fim de que tudo o que eu pensar e pintar neste livro, seja para louvor e honra do Seu Santíssimo Nome. E humildemente me submeto e a todas as coisas nele pensadas ou pintadas à tua correcção e emenda. E sob a Tua divina disciplina e ortodoxa Fé Católica, prometo viver, morrer e ressuscitar. Ámen.
E quanto às imagens pintadas da Santíssima e admirável Trindade, na Criação do Mundo até ao dilúvio de Noé já outrora as examinei a juízo e conselho do Católico e devotíssimo Rei D.João III e da Raínha D.Catarina sua mulher, e do Cristianíssimo Infante D.Luís e ainda com três exímios teólogos da Ordem de S.Domingos, a saber: Frei Tomé da Costa, Frei João da Cruz e Frei Alfonso de Peralta, os quais todos unanimemente aprovaram e confirmaram que todas estas coisas foram pensadas e pintadas conforme o sentido da Igreja Católica e da Sagrada Escritura.
Rogo pois, uma e outra vez, ó Santa Igreja de Deus, que me ensinaste estas coisas, que me digneis unir Contigo a nossa cabeça, para que com Deus, todos sejamos um só.»

Muito repeitosa dedicatória de Francisco D´Ollanda no seu monumental códice De Aetatibus Mundi Imagines



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